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Friday, June 23, 2017

Veja se NieR Automata roda no seu PC

O jogo NieR: Automata é um hack and slash que se passa em um universo futurístico onde o jogador acompanha a jornada de três androides, A2, 2B e 9S. O jogo tem elementos de RPG e é distribuído pela Square Enix, conseguiu se destacar com seu visual, chamando rapidamente a atenção dos fãs do gênero.

Se você tem um Playstation 4 é bem tranquilo de se jogar, mas se não tem existe uma outra opção que é o PC! (É galera do Xbox One, não foi dessa vez...). Mas obviamente quando se vai jogar algo no PC é preciso ter as configurações mínimas necessárias e no caso de NieR: Automata, são essas aí embaixo.


Requisitos mínimos
  • Sistema operacional: Windows 7 64-bit / Windows 8.1 64-bit / Windows 10 64-bit (sistemas 32-bit não são compatíveis)
  • Processador: Intel Core i3 2100 ou superior, AMD A8-6500 ou superior
  • Memória RAM: 4 GB
  • Espaço ocupado no HD: 50 GB
  • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 770 VRAM 2GB ou superior/AMD Radeon R9 270X VRAM 2GB ou superior
  • DirectX: DirectX 11
Requisitos recomendados
  • Sistema operacional: Windows 8.1 64-bit / Windows 10 64-bit (sistemas 32-bit não são compatíveis)
  • Processador: Intel Core i5 4670 ou superior, AMD A10-7850K ou superior
  • Memória RAM: 8GB
  • Espaço ocupado no HD: 50 GB
  • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 980 VRAM 4GB ou superior / AMD Radeon R9 380X VRAM 4GB ou superior
  • DirectX: DirectX 11

E aí, tranquilo? Roda? Não? Bom a primeira solução é a mais óbvia, hoje em dia dá pra encontrar PCs baratos que rodam esse jogo. Mas se a grana estiver mesmo apertada, algo que pode ajudar é dar uma olhada naquelas dicas para rodar jogo pesado em PC ruim, e um alívio também é que sempre os requisitos mínimos estão acima do mínimo real, então se você estiver disposto a jogar mesmo que corte todos os efeitos, talvez dê, por exemplo veja alguns computadores ruins rodando GTA 5. ou você pode só desistir e apenas se contentar dando uma olhada nesse fantástico vídeo:

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Monday, June 19, 2017

Veja se Ghost Recon Wildlands roda no seu PC

Sei bem que depois do empolgante trailer em live action de Tom Clancys Ghost Recon Wildlands, muita gente ficou bem empolgada em dar uma conferida na coisa, até porque anteriormente o mais parecido oferecido pela Ubisoft tinha sido The Division, mas esse tem um foco bem maior na estratégia do que no tiroteio. E se você pretende jogar, aqui vão os requisitos mínimos e recomendados.

Requerimentos mínimos
  1. CPU: Intel Core i5-2400S @ 3,3 GHz ou AMD FX-4320 @ 4 GHz
  2. GPU: GeForce GTX 660
  3. VRAM: 2 GB
  4. RAM: 6 GB
  5. SO: Windows 7 SP1, Windows 8.1, Windows 10 (apenas versões de 64 bits)
  6. HDD: 50 GB de espaço livre
Requisitos recomendados
  1. CPU: Intel Core i7- 3770 @ 3,5 GHz ou AMD FX-8350 @ 4 GHz
  2. GPU: GeForce GTX 1060 ou GeForce GTX 970
  3. VRAM: 4 GB
  4. RAM: 8 GB
  5. SO: Windows 7 SP1, Windows 8.1, Windows 10 (apenas versões de 64 bits)
  6. HDD: 50 GB de espaço livre

E aí, tranquilo? Roda? Não? Bom a primeira solução é a mais óbvia, hoje em dia dá pra encontrar PCs baratos que rodam esse jogo. Mas se a grana estiver mesmo apertada, algo que pode ajudar é dar uma olhada naquelas dicas para rodar jogo pesado em PC ruim, ou você pode só desistir e apenas se contentar dando uma olhada nesse fantástico vídeo:

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Saturday, June 10, 2017

Veja se Middle earth Shadow of War roda no seu PC

O jogo Middle-earth: Shadow of Mordor foi lançado em 2014 e rapidamente ganhou um destaque por ser um jogo simplesmente charmoso demais. Uma obra no mundo do senhor dos anéis, em mundo aberto, inclusive dublado em português. Sem dúvidas um título AAA, mas que por algum motivo não parece ter estourado como devia, recebendo um grupo de fãs fervorosos porém limitados, inclusive há um curta metragem em live action do jogo mas mesmo assim se tornou uma daquelas obras com cara de pérolas raras que tinha cara de que não receberia continuação tão cedo.

Então foi uma bela de uma surpresa quando em 2017 acidentalmente acabasse sendo revelado por uma loja chamada Target, que divulgou a existência do jogo antes disso. A Warner já tinha falado que no dia 8 de março mostraria uma surpresa, porém foi estragada dias antes com a revelação de seu desenvolvimento para PC, Xbox One e PS4.

Naturalmente para jogadores de PC aquele computador da Xuxa não gostou nem um pouco da coisa, então se você estiver pensando em dar uma conferida na coisa, é bom dar uma olhadinha primeiro nos requisitos mínimos, confira!



Requerimentos mínimos:

  • Sistema Operacional: Windows 7 SP1 ciom update de plataforma do Windows 7
  • CPU: Intel i5-2550K, 3.4 GHz
  • RAM: 8GB
  • GPU: GeForce GTX 670 | Radeon HD 7950
  • DirectX: Versão 11
  • Espaço em Disco: 60GB

Requerimentos recomendados:

  • Sistema Operacional: Windows 10 versão 14393.102 ou mais atual
  • CPU: Intel Core i7-3770, 3.4 GHz
  • RAM: 16GB
  • GPU: GeForce GTX 970 ou GeForce GTX 1060 | Radeon R9 290X ou Radeon RX 480
  • DirectX: Versão 11
  • Espaço em Disco: 60GB
E aí, tranquilo? Roda? Não? Bom a primeira solução é a mais óbvia, hoje em dia dá pra encontrar PCs baratos que rodam esse jogo. Mas se a grana estiver mesmo apertada, algo que pode ajudar é dar uma olhada naquelas dicas para rodar jogo pesado em PC ruim, e um alívio também é que sempre os requisitos mínimos estão acima do mínimo real, então se você estiver disposto a jogar mesmo que corte todos os efeitos, talvez dê, por exemplo veja alguns computadores ruins rodando GTA 5. ou você pode só desistir e apenas se contentar dando uma olhada nesse fantástico vídeo:



Outra opção é jogar o primeiro jogo da franquia que é mais leve. Vale a pena dar uma conferida no site da G2A pra ver o preço que está lá, pois eles costumam vender keys da steam por um valor bem mais barato que na própria steam e ainda aceitam boleto bancário. Dê uma conferida no preço que tá lá, clicando aqui.
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Tuesday, May 30, 2017

Veja se Mass Effect Andromeda roda no seu PC

Pra quem não sabe, Mass Effect: Andromeda é o quarto jogo da franquia principal, ou seja não contam os spin offs e foi anunciado em junho de 2015, porém levando um bom tempo até sair, ficando com o lançamento para março de 2017! Mesmo assim o jogo já tinha recebido umas referências desde 2012 com um tweet de um ex-produtor da Bioware.

Naturalmente com o passar de tantos títulos da franquia somado com o fato de que a desenvolvedora tem grana pra caramba, o resultado da coisa é um título Triplo A, ou seja os gráficos acabam sendo muito mais bonitos e detalhados que os anteriores, cheio de efeitos e com personagens bem mais realistas.

Mas para quem quer experimentar isso, precisa ter um computador adequado, e se você não sabe se vai ou não rodar, é hora de dar uma olhadinha nos requisitos mínimos da coisa para ter certeza antes de instalar, não que os mínimos sejam realmente mínimos já que vemos alguns PCs velhos fazendo milagre, maaas é sempre bom conferir né? Então aí vai:

Requisitos mínimos:
  • Sistema Operacional: 64-bit Windows 7, Windows 8.1 ou Windows 10
  • Processador: Intel Core i5 3570 ou AMD FX-6350
  • Memória RAM: 8 GB
  • Placa de vídeo: Nvidia GTX 660 2 GB, AMD Radeon 7850 2 GB
  • Disco Rígido: Pelo menos 55 GB de espaço livre
  • DirectX: DirectX 11

Requisitos recomendados:
  • Sistema operacional: 64-bit Windows 7, Windows 8.1 ou Windows 10
  • Processador: Intel Core i7-4790 ou AMD FX-8350
  • Memória RAM: 16 GB
  • Placa de vídeo: Nvidia GTX 1060 3 GB, AMD RX 480 4 GB
  • Disco Rígido: Pelo menos 55 GB de espaço livre
  • DirectX: DirectX 11

E aí, tranquilo? Roda? Não? Bom a primeira solução é a mais óbvia, hoje em dia dá pra encontrar PCs baratos que rodam esse jogo. Mas se a grana estiver mesmo apertada, algo que pode ajudar é dar uma olhada naquelas dicas para rodar jogo pesado em PC ruim, e um alívio também é que sempre os requisitos mínimos estão acima do mínimo real, então se você estiver disposto a jogar mesmo que corte todos os efeitos, talvez dê, por exemplo veja alguns computadores ruins rodando GTA 5. ou você pode só desistir e apenas se contentar dando uma olhada nesse fantástico vídeo:
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Tuesday, May 2, 2017

Operadora norte americana se recusa a identificar quem faz pirataria por torrent

Operadora norte americana se recusa a identificar quem faz pirataria por torrent


Verizon tem se recusado a entregar dados pessoais dos assinantes acusados alegando que eles estão sendo usados para fins impróprios.

A editora John Wiley and Sons tem obtido sucessivas vitórias nos tribunais com relação à pirataria. A empresa está intimando judicialmente provedores de internet por conta do compartilhamento ilegal de arquivos via torrent. Os usuários do BitTorrent têm sido o alvo principal da editora e, até agora, todos os provedores colaboraram cedendo dados dos consumidores envolvidos.

Entretanto, a Verizon foi a primeira a se recusar a passar as informações adiante. A operadora afirma que a editora está obtendo informações para fins impróprios, ou seja, “perseguir, provocar atraso desnecessário ou aumentar sem justificativa o custo do processo”. Além disso, a Verizon duvida que as intimações vão levar à descoberta de algo relevante.

A mesma opinião foi compartilhada pelo juiz Gary Brown, em Nova York, que determinou que um IP não pode ser considerado uma pessoa. No seu despacho, ele alegou que o endereço de IP pode não ter nenhuma relação com as alegadas violações de direitos autorais. Além dos pontos acima, a Verizon fez ainda outras cinco objeções aos argumentos da editora.

A empresa afirma que a editora está querendo acesso a informações que são protegidas contra divulgação de terceiros e que têm a sua privacidade garantida pela Primeira Emenda da Constituição. O caso ainda está em discussão nos tribunais, mas ao que parece, a recusa da Verizon em ceder informações serviu para incentivar outras empresas a fazer o mesmo.

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Monday, April 24, 2017

For Honor Se surpreenda com combates sofisticados

Tenho que assumir que a princípio For Honor não me surpreendeu. Quando ele foi anunciado na E3 de 2016 eu vi o povo vibrar por fazer algo "novo" que é colocar Vikings, Cavaleiros Medievais e Samurais em um mesmo campo de batalha online. Mas como eu já tinha jogado o hilário Pirates, Vikings and Knights 2 e o sofisticado Chivalry: Medieval Warfare, não foi algo que achei grande coisa. Outra coisa foi o fato de que a princípio pensei que era um jogo exclusivamente focado em combates online. No fim das contas me pareceu só uma ideia legal, no entanto no fim das contas acabei me surpreendendo demais com esse jogo.

A história se passa em um universo de Dark Fantasy, ao redor do mundo há terras onde vivem Samurais, Cavaleiros e Vikings, no entanto um dia um tremor destrói tudo e o caos reina, fazendo com que os povos entrem em guerra por sobrevivência, o conflito se estende por mil anos até que não aguentem mais e finalmente a paz surja. No entanto Apollyon, uma misteriosa guerreira cheia de ódio, se recusa a aceitar, e decide guiar um exército para colocar povos uns contra os outros, criando estratégias militares capazes de criar eventos caóticos.

A primeira coisa que me surpreendeu em For Honor foi quando li que ele tinha campanha, eu pensava que era apenas mais um jogo de mata-mata online, onde você podia escolher as classes e tal. Mas no fim das contas realmente colocaram o modo história. Na hora pensei que era algo bem básico, coisas como "Mate todo mundo que está no campo", mas realmente vai além.

Na campanha você tem missões variadas em mapas realmente grandes. Não passa aquela sensação de serem mapas de multiplayer abertos demais, há missões que você passa no Stealth, máquinas para serem ativadas, lugares para serem destruídos, eventos únicos como perseguição em cavalo. Realmente a Ubisoft fez uma coisa bem trabalhada e não um mero improviso. 

Além disso há cutscenes e tudo mais, realmente é uma obra singleplayer completa. Em diversos aspectos me lembrou a essência de jogos variados, por exemplo a forma de contar a história me fez lembrar de Warcraft 3, em que há um mapa mostrando o mundo do jogo e a jornada, você joga primeiro a campanha dos cavaleiros, depois dos Vikings e por fim dos Samurais. Então o que antes eram personagens que você controlava de repente viram inimigos em outras campanhas. Os eventos de uma campanha desencadeiam os acontecimentos da seguinte.

O jogo também acabou me lembrando obras clássicas em universos medievais, aqueles jogos em terceira pessoa se passando em castelos e masmorras, com tochas penduradas nas paredes e tal. Em diversos momentos tive essa sensação e me agradou bastante. Apesar de certas missões serem agitadas com guerreiros pra todos os lados, algumas você se sente no stealth.

Outra coisa que me surpreendeu foi o fato do jogo ser dublado em português, eu sei que os jogos da Ubisoft passaram a ser dublados, mas como eu tinha a visão de um jogo com foco só no multiplayer mesmo, imaginei que esse seria uma exceção, como foi o caso de The Crew por exemplo. No entanto a coisa é completamente localizada.

Aliás, achei bacana a forma que a coisa é conduzida nas vozes, quando você está jogando uma campanha com um determinado povo, o outro passa a falar a língua deles. Por exemplo se você controla os Vikings, eles falam português e os Samurais falam japonês, mas se você mudar para os Samurais, eles é que passam a falar português e não entendem o que os Vikings dizem.

Não bastando isso, outra surpresa que tive foi o modo cooperativo na campanha! A coisa é semelhante a Warframe, você pode atravessar a campanha inteira com um amigo, vendo modo história e fazendo as invasões juntos, mas as missões ficam abertas e você pode acessá-las, tentar cumprir objetivos como coletar tudo que está lá e evoluir seu personagem.

Existe nível e habilidades que podem ser equipadas e evoluídas, sendo assim quando você repete missões, ganha experiência e vai destravando coisas novas. Isso acaba naturalmente aumentando pra caramba a rejogabilidade da coisa, podendo se tornar uma daquelas obras que você chama amigos para passar o tempo.

Agora sem sombra de dúvidas o que rouba a cena é o elegante sistema de batalha, eu fiquei surpreso demais! Normalmente jogos com espadas me parecem algo meio complicado de realmente controlar. Usar uma pistola é realista, você aponta e atira, mas uma arma que pode se movimentada em tantas direções e dependem de força para efeitos diferentes acaba fazendo com que a maioria dos jogos use o mesmo sistema de você apenas apertar o botão e o personagem fazer o mesmo movimento sempre, mas aqui a coisa é diferente.

Joguei usando um controle de Xbox 360 e me surpreendi muito em como a coisa ficou linda, você segura LT para marcar o inimigo e o direcional direito fica preparado para você escolher a posição de ataque, direita, esquerda e cima. Dependendo do lado que o inimigo estiver posicionando a arma, você posiciona também se quiser defender ali, caso o contrário estará desprotegido, por outro lado sua arma vai estar mirando nele em um lugar que esteja desprotegido também.

E assim segue o combate, um inimigo ataca, você aponta a arma para aquele lado e quando o ícone de ataque brilhar (acontece bem rápido), você tem que apertar na hora certa para fazer uma defesa perfeita. Há ainda outros movimentos como bater com o corpo no inimigo para quebrar um bloqueio, saltar para o lado e assim desviar, ou segurá-lo e arremessá-lo de um ponto alto ou em um lugar que possa causar dano, como um incêndio.

Somando esses elementos e outros, o jogo tem um sistema sofisticado demais para combate com lâminas. Não é o tipo de jogo que você só sai apertando o botão de ataque, ao invés disso é preciso observar os movimentos do inimigo e entender a forma que ele luta, variando entre ataques leves e fortes e fazendo as coisas na hora certa.

O multiplayer tem três modos, um em que equipes se enfrentam até matar a outra, o de duelos entre jogadores sozinhos e o de conquista territorial, em que é preciso capturar áreas e é lotado de soldados NPCs ajudando. Então você tem que correr para áreas do mapa e matar todos os inimigos, entre eles estarão jogadores oponentes, que dão uma bela pontuação quando você mata, especialmente se você aplica uma finalização neles.

Há ainda eventos no multiplayer, a coisa funciona como um MMO mesmo, tendo missões da semana para serem cumpridas, domínio de território que vai se alterando dependendo das equipes que jogarem, premiação para quem cumpre determinadas coisas e assim vai. Pode ser uma coisa bastante viciante.

Infelizmente é triste ver que a Ubisoft colocou uns servidores mais que horríveis, o que é uma surpresa, afinal de contas um jogo com foco online deveria ter um cuidado especialmente nisso. Mas me sinto com sorte que eu me dedico mais a singleplayer que multiplayer, pois as partidas que fui jogar foram incríveis, mas tive uma espera de no mínimo 5 minutos.

Enfim, For Honor é um jogo com um combate fantástico demais e que definitivamente trouxe uma experiência diferente que pode oferecer muitas horas de diversão. Me lembrou um pouco The Lord of the Rings: Conquest, porém com um charme muito maior no combate 1x1. Vale a pena dar uma conferida no site da G2A pra ver o preço que está lá, pois eles costumam vender keys da steam por um valor bem mais barato que na própria steam e ainda aceitam boleto bancário. Dê uma conferida no preço que tá lá, clicando aqui.
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Wednesday, April 12, 2017

Veja se Dauntless roda no seu PC

Dauntless é um jogo que surpreendeu ao ser apresentado especialmente por sua campanha de marketing ter como base não a obra em si, mas a equipe criativa por trás dela. No caso ex-funcionários da Bioware, Capcom, Blizzard e Riot. Como são companhias que tem fãs em toda parte, vários tipos de gamers voltaram os olhos pra coisa rapidamente.

O jogo apresenta um universo com forte foco em ciência e fantasia e um mundo que foi despedaçado, gerando uma série de ilhas flutuantes. Não bastando isso uma série de criaturas, conhecidas como Behemoths, inferniza as pessoas, fazendo com que surjam guerreiros dispostos a vagar em grupos para derrotá-las.

O foco é uma experiência cooperativa onde grupos de quatro jogadores tem que ir até as ilhas, localizar e eliminar inimigos. E aí naturalmente começa a pancadaria com um dando suporte a outro, alguns passaram a chamar a coisa de Monster Hunter cooperativo. Como é um jogo feito para ser free-to-play, achei os requisitos meio exagerados, confiram!




 Requisitos mínimos:

  • Placa de vídeo: 660Ti (DX11)
  • CPU: i5 SandyBridge
  • RAM: 4GB
  • SO: Windows 7
  • Performance atingida: 720p, Configurações no ”BAIXO”

Requisitos recomendados:

  • Placa de vídeo: GTX 970 (DX11)
  • CPU: i7 Haswell
  • RAM: 8GB
  • SO: Windows 10
  • Performance atingida: 1080p, Configurações no ”ALTO”

E aí, tranquilo? Roda? Não? Bom a primeira solução é a mais óbvia, hoje em dia dá pra encontrar PCs baratos que rodam esse jogo. Mas se a grana estiver mesmo apertada, algo que pode ajudar é dar uma olhada naquelas dicas para rodar jogo pesado em PC ruim, e um alívio também é que sempre os requisitos mínimos estão acima do mínimo real, então se você estiver disposto a jogar mesmo que corte todos os efeitos, talvez dê, por exemplo veja alguns computadores ruins rodando GTA 5. ou você pode só desistir e apenas se contentar dando uma olhada nesse fantástico vídeo:
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Thursday, March 30, 2017

P A M E L A Quando a Utopia se torna Distopia

P A M E L A Quando a Utopia se torna Distopia


Esse é um jogo que chamou a atenção de primeira por ser anunciado como uma obra de terror em mundo aberto. A princípio achei interessante, mas não procurei me informar muito e o que me pareceu no final foi que seria algo semelhante ao jogo SOMA, com aquele foco extremo na história e um suspense constante. Mas no fim das contas acabou sendo uma obra bem diferente do que eu realmente imaginava.

A história se passa em uma cidade utópica onde algo muito errado aconteceu, você é alguém que desperta após o acontecimento do caos e descobre um ambiente escuro, cheio de pessoas infectadas por uma terrível doença e robôs prontos para defender o lugar contra qualquer organismo vivo, incluindo você.

Como a trama do jogo é uma mistura de diversos clichês de ficção científica, no fim das contas acabei tendo sensações que me lembravam diversas obras, especialmente porque a própria jogabilidade tem uma variação de elementos que também eram bem inesperados pra mim. Quero dizer, eu pensei que era um jogo de terror em uma nave com aquele estilo básico de ir andando e sendo perseguido por um diabão ou algo assim.

A primeira coisa que me lembrou foi Dead Island, isso graças ao ambiente no estilo "bem vindo turistas", então isso de bagagens abandonadas no chão, balcão de recepção e toda a propaganda de "O paraíso é aqui", isso me agradou um bocado, foge um pouco do padrão tão comum nesse tipo de ambiente futurístico.

A segunda coisa que me lembrou foi o filme Passageiros, com isso de um personagem que disperta de uma câmera de hibernação e passa a viver em um lugar com máquinas para comprar comida (que estão presentes no jogo) e um ambiente futurístico luxuoso para se morar, além de ser uma área onde tem algo dando muito errado.

Mas sem sombra de dúvidas a minha maior surpresa foi no fim ver que a coisa acabou apresentando uma experiência muito mais semelhante a We Happy Few ou mesmo o desafiador Zombi. Ou seja, esse não é um jogo onde basicamente você tem que seguir pra frente, mas um ambiente extenso onde você vai e volta.

Você não tem que apenas vagar pela nave, você tem que viver nela. Sendo assim existe inclusive o sistema de construção de abrigo, que aliás é a coisa que eu mais gostei no jogo. Isso porque você pode pegar algum canto do lugar e decidir fazer aquele o seu cantinho. Mas não basta escolher, tem que levar itens.

Então é preciso achar um gerador de barreira, mas também é preciso achar um gerador de energia pra ativar ele e todas as coisas elétricas que você colocar ali, como por exemplo um canteiro que precisa de simulador da luz do sol e você pode cultivar coisas. Pela nave é possível achar sementes para serem usadas.

Aliás, o motivo de cultivar é exatamente pelo fato de que o seu personagem precisa comer, beber e receber tratamento médico quando necessário, portanto há um sistema de inventário que você precisa organizar os mais variados tipos de itens, desde comida até armaduras, equipamentos para o abrigo, etc. Também é possível aperfeiçoar o personagem, você vai ganhando pontos para gastar com bônus que te dão habilidades nos mais variados quesitos.

No quesito terror eu achei o jogo bem fraco, pensei que ia ser uma coisa bem pesadona e tal, mas os inimigos são tão fracos e lentos, dá pra matar na porrada mesmo os infectados. Acho que assusta mais a inteligência artificial patrulhando os corredores, pois são mais fortes e rápidos, mas mesmo ela é meio burrinha, as vezes você passa do lado e não te detecta.

Achei o jogo absurdamente pesado, e olha que nem é em mundo aberto como dizem, quero dizer, são vários mapas conectados e boa parte deles são corredores, não dá pra chamar isso de mundo aberto só porque dá pra ir e voltar né? Se não o próprio gênero Metroidvania poderia ser colocado como um jogo de mundo aberto.

Enfim, é um jogo que está em acesso antecipado e bugado pra caramba, a proposta é interessante pra caramba, espero que na versão final saia bonito, por enquanto tá pesado e cheio de erros, mas se sair uma versão polida disso, vai ser fantástico. Vale a pena dar uma conferida no site da G2A pra ver o preço que está lá, pois eles costumam vender keys da steam por um valor bem mais barato que na própria steam e ainda aceitam boleto bancário. Dê uma conferida no preço que tá lá, clicando aqui. 

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